sábado, 14 de julho de 2018

Amamentação Adulta - História do aleitamento materno dos povos primitivos até a atualidade


Introdução
    Após o nascimento do bebê, é necessário que os adultos façam tudo por ele por muito tempo. Os adultos mantêm as funções que o útero desempenhava: proteção, nutrição e calor. A amamentação ajuda a transição atual do bebê de dentro para fora da barriga, transição gradual esta que é de máxima importância tanto para o bebê quanto para a mãe (LANA, 2001).
Deve-se oferecer ao recém-nascido somente leite no peito, sem nenhum outro alimento ou bebida, a não ser o que está clinicamente indicado. O colostro e o leite materno são os únicos alimentos fisiologicamente apropriados para o recém-nascido, já que cobrem suas necessidades durante este período e lhe proporcionam fatores imunológicos que o protegem (VALDÉS; SÁNCHEZ; LABBOK, 1996).
    Devido às suas propriedades imunológicas, nutricionais e biopsicossociais, o leite materno constitui a melhor fonte de nutrientes para o recém-nascido até os seis meses, além de proporcionar um maior vínculo com a mãe (ACCIOLY; SAUNDERS; LACERDA, 2003).
    É de suma importância a necessidade de uma ação básica de saúde no intuito de realizar um trabalho de conscientização com as gestantes durante o pré-natal, incentivando o aleitamento materno e esclarecendo de forma simplificada e acessível os benefícios e os malefícios que a falta da amamentação por leite materno pode acarretar à criança e a mãe (ICHISATO, SHIMO, 2002).
    Sendo assim, o objetivo deste estudo é fazer uma revisão sobre a amamentação por meio da história do aleitamento materno.
Metodologia
    Este é um estudo de revisão bibliográfica. A amostra constou de textos, publicados no período de 1978 até os dias atuais, que retratam a história da amamentação desde a época mitológica até o século XXI. A busca foi realizada em livros, artigos de revistas científicas, monografias, dissertações de mestrado, teses e artigos extraídos via Internet, buscados nos bancos de dados da MEDLINE e LILACS. Foram incluídos para análise, textos que contivessem dados históricos, sociais e culturais relacionados ao aleitamento materno.

História da amamentação
    Segundo Diniz e Vinagre (2001, p.1), “o leite humano representa a resposta que a natureza deu à pergunta do melhor alimento para o Homem que se desenvolve.”
    Durante décadas de existência da espécie humana, com exceção dos últimos anos, a alimentação ao seio foi considerada a forma natural e praticamente exclusiva de alimentar a criança em seus primeiros meses de vida (ACCIOLY; SAUNDERS; LACERDA, 2003).
    A mitologia Grega conta a história de Rômulo e Remo que foram amamentados por uma loba, e Zeus, por uma cabra. Já os egípcios, babilônios e hebreus, tinham como tradição amamentarem seus filhos por três anos, enquanto as escravas eram alugadas por Gregos e Romanos ricos, como amas-de-leite (BITAR, 1995).
    Entre os povos gregos e romanos, havia o hábito de utilizar as amas-de-leite para amamentar os seus recém-nascidos, não sendo tão freqüente a amamentação ao peito da própria mãe, porém, Hipócrates foi um dos primeiros a reconhecer e escrever sobre os benefícios da amamentação, evidenciando a maior mortalidade entre aqueles bebês que não amamentavam no peito. Posteriormente, Sorano se interessou pelos aspectos cor, odor, sabor e densidade do leite humano, e Galeno foi o primeiro a considerar que a alimentação deveria ser feita sob a supervisão de um médico (VINAGRE; DINIZ, 2001).
    A proteção às crianças e o incentivo à prática da amamentação aumentou com o surgimento do cristianismo. Além do incentivo à prática da amamentação, também promoviam a proteção às crianças órfãs e abandonadas. Com o descobrimento das Américas, os povos nativos dessas regiões chamavam a atenção, pois tinham por hábito amamentar as suas crianças por um período aproximado de 3 a 4 anos. Nessa época, o aleitamento materno estava em declínio, principalmente na França e na Inglaterra (SILVA, 1989).
    Estudos apontam que, no século XVIII, a prática de amamentar não era mais vista pelas pessoas da sociedade européia com admiração, sendo utilizado as amas-de-leite mercenárias como um hábito rotineiro. Em função do desmame precoce, a mortalidade infantil aumentou muito, chegando a alcançar a cifra de 99,6% das crianças em Dublin, as quais não tinham a opção da ama-de-leite. Em Paris e em Londres este índice chegou a 80% e 56%, respectivamente, mesmo as crianças sendo amamentadas pelas amas-de-leite. Na Inglaterra, o índice menor foi devido ao trabalho de Cadogan, que instituiu alguns cuidados na alimentação das crianças com amas-de-leite, e com esta teoria de amamentar e introduzir mais tardiamente os alimentos ele conseguiu salvar muitas vidas (BITAR, 1995).
    No clássico tratado de Nils Rosen von Rosentein, cujo título é As doenças das crianças e seus remédios, publicado em 1764, encontra-se os seguintes ensinamentos: “...uma criança para se desenvolver bem deve ingerir uma quantidade suficiente de um bom alimento. O melhor para tanto, sem nenhuma dúvida, é o leite materno. Assim, achamos que as crianças amamentadas por suas mães se desenvolvem bem.” (ICHISATO; SHIMO, 2002).
    Durante a história da humanidade, houve uma média de 15% a 25% de mortes em crianças chegando a 90% quando as crianças eram órfãs e não tinham mãe substituta para a amamentação. Até o final do século XIX a amamentação ao peito era uma opção de vida ou morte, sendo o processo de amamentar, bastante complicado (VINAGRE; DINIZ, 2001).
    Devido à falta de incentivo ao aleitamento materno pelos pediatras durante a década de 70, o índice de aleitamento materno no Brasil era muito baixo, havia também propaganda não ética de substitutos do leite materno e grande venda desses produtos, e distribuição gratuita de leite em pó pelo governo (REA, 2004).

Valorização do aleitamento materno
    Em virtude disso, foi assinada em 1979 a declaração OMS/UNICEF que propôs a valorização do aleitamento materno. Em 1981, foi aprovado por 118 países o Código Internacional de Substitutos do Leite Materno, e em 1991 foi assinado o Acordo firmado pela Associação de Fabricantes de Alimentos Infantis de cessarem com a distribuição gratuita de leites artificiais aos serviços de saúde a baixo custo (CARVALHO; TAMEZ, 2003).
    Em 1990, o Brasil assinou a Declaração de Innocenti, na Itália, onde comprometeu-se em fortalecer a promoção da amamentação no país. Já na Reunião de Cúpula Mundial, em Nova York também em 1990, assumiu o compromisso de reduzir a mortalidade infantil (CARVALHO; TAMEZ, 2003). Ao mesmo tempo, autoridades da OMS e do UNICEF lançaram um documento que se pode reputar como fundamental hoje: a Declaração Conjunta sobre o Papel dos Serviços de Saúde e Maternidades, na qual se mencionam dez ações relacionadas a incentivar o aleitamento materno, com o resumo do que as maternidades deveriam fazer – os chamados dez passos para o sucesso do aleitamento materno (BADINTER, 1985).
    Para haver o cumprimento dos Dez Passos para o Sucesso do Aleitamento materno e os hospitais receberem o título de Hospital Amigo da Criança, foram necessárias mudanças de rotinas hospitalares, que objetivavam mobilizar profissionais e demais funcionários de hospitais e maternidades para promover mudanças de condutas e rotinas que visassem a prevenção do desmame precoce (CLARK, 1984).
    Os Dez Passos para o Sucesso do Aleitamento Materno, de acordo com a Organização Mundial da Saúde e Fundo das Nações Unidas para a Infância (CARVALHO; TAMEZ, 2003), são:
1. 
Ter uma norma escrita sobre aleitamento materno, a qual deve ser rotineiramente transmitida a toda a equipe do serviço.
2. 
3. 
Treinar toda a equipe, capacitando-a para implementar esta norma.
4. 
5. 
Informar todas as gestantes atendidas sobre as vantagens e o manejo da amamentação.
6. 
7. 
Ajudar as mães a iniciar a amamentação na primeira meia hora após o parto.
8. 
9. 
Mostrar às mães como amamentar e como manter a lactação, mesmo se vierem a ser separadas de seus filhos.
10. 
11. 
Não dar a recém-nascido nenhum outro alimento ou bebida além do leite materno, a não ser que tenha indicação clínica.
12. 
13. 
Praticar o alojamento conjunto - permitir que mães e bebês permaneçam juntos 24 horas por dia.
14. 
15. 
Encorajar a amamentação sob livre demanda.
16. 
17. 
Não dar bicos artificiais ou chupetas a crianças amamentadas.
18. 
19. 
Encorajar o estabelecimento de grupos de apoio à amamentação, para onde as mães devem ser encaminhadas por ocasião da alta hospitalar.
20. 
    Entre 1996 e 2002, houve um incremento na duração da amamentação com um período mediano que vai de sete meses a dez meses. Outras atividades também foram realizadas para incentivar o aumento da duração do aleitamento materno nesta época (AMERICAN ACADEMY OF PEDIATRICS, 2006).
Considerações finais
    Acreditamos que ao longo dos anos houve uma extrema valorização do aleitamento materno, tornando as pessoas mais conscientes dos benefícios que ele pode proporcionar para a mãe e para a criança. O aleitamento materno não deve ser visto como responsabilidade exclusiva da mulher, percebe-se que a lactante e também nós, profissionais da saúde, temos procurado, frente aos fracassos da amamentação, suporte nas questões biológicas e técnicas.
    A história tem nos mostrado que o ato de amamentar se trata de uma decisão tomada pela mulher, de forma consciente, embora essa conscientização seja negada. Desconstruir valores/significados que estão arraigados é complexo e demorado, porque são valores que hoje não servem ou não são aceitos, mas que fizeram parte da vida de outrora. O resgate histórico é fundamental para compreendermos essa prática.
Referências
· 
ACCIOLY, E; SAUNDERS, C; LACERDA, EMA. Manual em Obstetrícia e Pediatria. 3. ed. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 2003.
· 
· 
AMERICAN ACADEMY OF PEDIATRICS: Work Group on Breastfeeding. Breastfeeding and the Use of Human Milk. Official journal of the American academy of pediatrics, n. 6, v. 100, 2006.
· 
· 
BADINTER, E. Um amor conquistado – o mito do amor materno. 5ª ed. Rio de Janeiro (RJ): Nova Fronteira; 1985.
· 
· 
BITAR, MAF. Aleitamento materno: um estudo etnográfico sobre os costumes crenças e tabus ligados a esta prática. [dissertação]. Belém (PA): Centro de Ciências da Saúde Departamento de Enfermagem/Universidade Federal do Pará; 1995.
· 
· 
CARVALHO, MR; TAMEZ, R. Amamentação: bases científicas para a prática profissional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
· 
· 
CLARK, C. O Livro do Aleitamento Materno. 2 ed. São Paulo: Manole, 1984
· 
· 
DINIZ, EMA; VINAGRE, RD. O leite humano e sua importância na nutrição do recém-nascido prematuro. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2001.
· 
· 
ICHISATO, SMT.; SHIMO AKK. Revisitando o desmame precoce através de recortes da história. Rev Latino-am Enfermagem, Ribeirão Preto, v. 10, n. 4, p.578-585, jul./ago. 2002.
· 
· 
LABBOK, M.; VALDÉS, V.; SÁNCHEZ, A. Pérez. Manejo clínico da lactação: assistência à nutriz e ao lactante. Rio de Janeiro: Revinter, 1996.
· 
· 
LANA, AP. O Livro de Estímulo à Amamentação: Uma Visão Biológica, Fisiológica e Psicológica Comportamental da Amamentação.Rio de Janeiro: Atheneu, 2001.
· 
· 
SILVA, AAM. Amamentação: fardo ou desejo? Estudo histórico social dos deveres e práticas sobre aleitamento na sociedade brasileira. [dissertação]. Ribeirão Preto (SP): Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto/USP; 1990. 17. Costa JF. Adultos e crianças. In: Costa JF. Ordem médica e norma familiar. 3ª ed. Rio de Janeiro (RJ): Graal; 1989. p.153- 214.
· 
· 
REA, M F. Os benefícios da amamentação para a saúde da mulher. Jornal de Pediatria, Porto Alegre, v. 80, n. 5, 2004.

fonte da pesquisa pagina http://www.efdeportes.com/efd129/a-historia-do-aleitamento-materno.htm

Amamentação Adulta A historia do BDSM

A historia do BDSM 
 Aí está algo interessante. Muitas pessoas praticam BDSM mas quase ninguém sabe a história, as origens do BDSM. Segue então a história do BDSM após algumas pesquisas minhas. E ao contrário de que alguns possam pensar, Marquis de Sade não “inventou” o BDSM.
A origem exata do BDSM é incerto. Durante o século IX A.C, rituais de flagelação eram praticados em Esparta, onde o culto de Orthia, uma religião pré-olímpica era praticada. Uma das provas gráficas mais antigas de SadoMasoquismo foi achado em um antigo cemitério Etrusco. Dentro da Tomba della Fustigazione, do século VI A.C, dois homens foram retratados flagelando uma mulher com uma cane durante uma situação erótica. Outra referência de flagelação foi achada no sexto livro de sátiras do poeta romano Juvenal (1º e 2º século D.C), e outras referências foram achadas no Satírico de Petrônio onde um delinqüente é chicoteado por prazer. Narrativas com anedotas relacionado a humanos que desejavam ser amarrados, flagelados ou chicoteados como substituto de sexo ou parte de uma brincadeira erótica são encontrados até o século III e IV D.C.
O Kama Sutra descreve quatro diferentes tipos de locais do corpo humano onde se pode bater durante o amor, para criar quatro diferentes tipos de prazer praticados pelos bottoms. As coleções de textos históricos relacionado a experiências sensuais dizendo que mordidas e beliscões durante atividades sexuais são jogos que devem ser feitos se feitos consensualmente, já que algumas mulheres consideram este comportamento prazeiroso. Nesta perspectiva o Kama Sutra pode ser considerado um dos primeiros recursos escritos que tratam as atividades sadomasoquistas e regras de segurança.

Há registros de anedotas de pessoas sendo amarradas ou chicoteadas, como um prelúdio ou subtituto de sexo durante o século XIV. O fenômeno medieval do amor da corte e a devoção escrava foi sugerida por alguns escritores como precursor do BDSM. Alguns recursos clamam que o BDSM como um comportamento sexual distinto originado no começo do século XVIII quando a civilização ocidental começou a legalmente categorizar e medicar o comportamento sexual. Há registros de bordéis especializados em flagelação por volta de 1769, e no conto de John Cleland, Fanny Hill, publicado em 1749, menciona cenas de flagelação. Outros recursos dão definições mais abrangentes, citando comportamentos parecidos com BDSM em tempos e culturas antigas, como flagelados medievais e rituais físicos de algumas sociedades Americanas.

Apesar de nomes como Marquis de Sade e Leopold Von Sacher-Masoch estão ligados a este termo, sadismo e masoquismo, respectivamente, o estilo de vida de Sade não se encaixa no BDSM moderno de consensualidade. Idéias e imagens de BDSM também tem existido na cultura ocidental durante o século XX. Robert Bienvenu atribui as origens do BDSM moderno em três recursos, nomeados de “Fetiche Europeu” (1928), “Fetiche Americano” (1934), e “Couro Gay” (a partir de 1950). Outro recurso são os jogos sexuais dos bordéis, que são datados do século XIX. Irwing Klaw, durante a década de 50 e 60, produziu um dos primeiros filmes comerciais e fotografias com o tema BDSM (estrelado por Bettie Page) e publicou quadrinhos com John Willie e Eric Stanton.
O modelo de Stanton, Bettie Page se tornou um dos primeiros modelos de sucesso na área da fotografia fetichista e uma das garotas pin-up mais famosas dos Estados Unidos. O autor e designer italiano Guido Crepax foi profundamente influenciado por Stanton, o que resultou no desenvolvimento de quadrinhos adultos na europa na segunda metade do século XX.
O termo “BDSM” propriamente dito, só tomou forma a partir da década de 80 com as manifestações sexuais, principalmente do movimento gay; e tomou força a partir da década de 90 com o boom da internet, em grupos de discussões como o alt.sex.bondage.
Infelizmente não consegui achar mais informações confiáveis sobre o BDSM moderno.



Fonte: https://gasmask.wordpress.com/2008/04/08/historia-do-bdsm/amp/

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Amamentação Adulta - Ganhe a guerra contra a TPM com Alimentos


Abençoada dieta! Feita para reduzir os sintomas infernais da TPM (tensão pré-menstrual), ela também garante, por tabela, um alívio no estresse vivido por maridos, filhos, pais e todas as pessoas próximas das mulheres que sofrem de TPM. Segundo estudos do "New England Journal of Medicine", feito com 600 candidatas 80% das mulheres têm sintomas de TPM uma semana antes da menstruação, e eles são graves para 3% a 5% delas.
Seja a TPM leve ou acentuada, o organismo de toda mulher durante o ciclo menstrual passa por várias mudanças hormonais, as quais são mais intensas na chamada fase lútea.
Nesse período, ocorre uma deficiência de nutrientes, causadora dos sintomas desagradáveis da TPM. E é por meio da ingestão dos alimentos fontes desses nutrientes que os sintomas são amenizados.
Sobre o desequilíbrio hormonal, há sinais de que a dupla estrógeno-progesterona represente a causa principal das dores físicas, do inchaço no abdômen e dos rompantes de irritabilidade ou choro. Também a elevação do hormônio aldesterona na fase lútea responde pela retenção de sódio por parte dos rins, o que chega a provocar um aumento de peso de até 3 kg em algumas mulheres.
Os sintomas emocionais, por sua vez, estão muito relacionados com a queda da produção de serotonina, uma das substâncias produzidas pelas células nervosas responsáveis pelo humor. Nos cinco ou até dez dias anteriores à menstruação, há uma redução mais acentuada na produção da serotonina, que acompanha a diminuição de progesterona e estrógeno.
Mas já existem estudos que provam que alguns alimentos podem estimular o aumento de serotonina. Em 1989, pesquisadores do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) descobriram que, durante a fase pré-menstrual, as mulheres que faziam uma dieta rica em carboidratos e baixa em proteínas melhoravam o humor em mais de 50%.
Anos depois, relacionaram essa descoberta com a produção de serotonina.
Existem outros alimentos, além dos carboidratos, que ajudam a manter os níveis de serotonina. As verduras clorofiladas, bem verdinhas, como agrião, rúcula, couve e salsinha, ajudam na manutenção dos níveis de serotonina pelo corpo.
Veja quais são os grupos de nutrientes e os respectivos alimentos que suprem as deficiências próprias da fase pré-menstrual. "Não é fácil mudar o hábito alimentar 

Veja quais são os nutrientes necessários para aliviar a TPM:
Magnésio
É encontrado principalmente nos cereais integrais e nas farinhas de centeio, de trigo integral e de soja.
O magnésio também é encontrado no gérmen de trigo, na cevada, na lentilha e na soja em grão. As nozes, amêndoas, avelãs, castanhas-de-caju, castanhas-do-pará e amendoins devem ser ingeridas diariamente. Entre as verduras, está presente nas folhas bem verdinhas, como espinafre, agrião, rúcula, couve e salsinha.
Carboidrato e zinco
Alguns dos carboidratos mais comuns e essenciais para a fase lútea: pães, bolachas e biscoitos -preferencialmente os integrais, pois são ricos em fibras-, arroz, milho, batata, mandioca, farinhas, macarrão e frutas em geral. Os vegetais de coloração intensa, como o agrião e a alcachofra, são ricos em zinco, mineral presente ainda nas carnes em geral, no grão de soja, no leite e nos frutos do mar, principalmente as ostras.
Ácidos graxos (ômega 6 e ômega 3)
Ômega 6 e ômega 3 são tipos de ácido graxo e também os que interessam na dieta que visa amenizar os sintomas da TPM. Eles são encontrados em óleos vegetais, como o de soja e o óleo de arroz, em óleos de peixe marinho e no azeite de oliva. Entre os peixes, destaque para os de água fria, como o salmão e o bacalhau.
Os frutos do mar também são ricos em ácidos graxos.
Vitamina A
Todos os alimentos de origem animal são ricos nesta vitamina -destaque para o salmão e a truta, a carne de cordeiro e o rim e fígado de boi. A vitamina é presente ainda nas frutas de cor amarela e alaranjada, como manga, laranja, mamão papaia e abóbora, em legumes como cenoura, tomate, nabo e a sua própria folha, e nos vegetais folhosos e bem verdes, como espinafre, escarola e couve.
Cálcio
São boas fontes de cálcio os seguintes alimentos: feijão, tremoço cru, soja e derivados, como tofu, leite (de preferência integral) e seus derivados, como queijos, coalhadas e iogurtes, no figo seco, no milho, na aveia, na folha de mandioca, em avelãs e nas farinhas de peixe e de soja.
Entre as verduras, destaque para os brócolis, tanto a folha como a flor, a couve e o broto de alfafa.
Vitamina B6
Entre os cereais, a vitamina B6 é encontrada no arroz integral, no gérmen de trigo, na aveia e granola. Amendoim, nozes e castanhas também são fontes, assim como os pães integrais e as batatas.
O grupo de frutas que oferece a vitamina B6 é composto de banana, melão e abacate.
Nas carnes, ela é presente principalmente no salmão, no atum e em fígado de boi.
Vitamina E
Encontra-se em forma concentrada nos óleos de soja e de girassol, no milho, na margarina, no azeite de oliva e na azeitona. No grupo de verduras, a vitamina E está presente apenas nas do tipo folhosas, entre elas o agrião, a couve-de-bruxelas e o espinafre.
Outras fontes: as farinhas enriquecidas em geral, os cereais integrais, gema de ovo e o aspargo.
Vitamina D
Esta basta está exposto o sol por pelo menos 30 a 60 min pois os raios solares são fonte de vitamina d. anticancerígena que ajuda na absorção de proteínas animal. Também e um ativador da melatonina responsável pela pigmentação da pele. Não esquecer ao tomar banho de sol utilizar protetor e nos horários recomendados. 
Estes sintomas variam de mulher para mulher e de mês para mês, podendo causar: 


Alteração do apetite
Exercícios aeróbios como corrida e bike e alongamentos.

Ansiedade
Caminhada leve, Yoga, relaxamento e alongamento.
Depressão
Exercícios estimulantes como caminhada, step, bike etc. E alongamentos.
Inchaço
Drenagem linfática, caminhada e hidroginástica.
Fraqueza
Relaxamento e Yoga.
Cansaço
Alongamentos e relaxamento.
Tristeza
Atividades dinâmicas como aulas de localizada, body balance, dança etc.
Irritabilidade
Hidroginástica e natação.
Dor de cabeça
Não é agradável fazer exercícios com dor de cabeça. É preciso eliminar a dor e depois faça alongamentos.
Dores musculares
Alongamentos e massagem.
Dor e sensibilidade nos seios
Alongamentos.
Raiva
Corrida, boxe, transport, spinning e alongamentos antes e depois dos exercícios.
Espinhas na pele
Qualquer exercício que goste.
Dificuldade de concentração
Natação e alongamento.

Exercícios ajudam e muito a aliviar os sintomas da TPM.
Lembrando também que exercícios físicos de no diminui 30 min ao dia pra mais estimulam hormônios e exercita a musculatura aliviando as dores e melhorando sono. Não esqueça de se aquecer e se alongar antes de qualquer esforço físico. 

Amamentação Adulta - Mulher com três seios isso e possível? Primeira





Parece historia de pescador porem não é garota existe mesmo Taylor nasceu com uma deficiência genética aonde se desenvolverão os três seios! Isso mesmo caros amigos três mamas! Se um e pouco, dois e perfeito. Três então neste caso e mega maravilhoso!!!  Bom pelo menos por mim! 
Taylor esta mulher de peito depois de muito constrangimento na sua adolescência devido sua deficiência se e que se pode se chamar assim. Já na sua maioridade a norte americana resolveu aproveitar deste volume extra e ingressar no mundo dos filmes pornográficos e faturar uma grana aproveitando deste diferencial exclusivo que nenhuma outra mulher possui. 
Para apreciadores de seios como eu digo sinceramente e francamente claro que despertou a minha atenção e adoraria experimentar estas três delicias, rs.

Não e primeira vez que uma mulher com três seios aparece em filme. No filme exterminador do futuro em uma de suas cenas bizarras tinha uma mulher grota de programa que possuía três seios também. A quem diga que cada seio produz um sabor exclusivo tipo; leite, leite condeçado e doce de leite! rs imagina só.
Kkkkkkkkkkkkkkkk seria uma loucura! Quem sabe num futuro pois já esta em desenvolvimento um rodo companheiro! E isso mesmo um androide que será seu amor eterno! Rs. 
Não sei se realmente e verdade se são naturais mais foi a primeira garota que li a respeito. Sinceramente eu acredito que seja procedimento cirúrgico.
Cena do filme porno








quinta-feira, 28 de junho de 2018

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domingo, 18 de março de 2018

Amamentação Adulta Foto de Seguidora do Blog

Esta foto e um presente que recebi de uma seguidora e admiradora do blog! Agradeço muito a sua colaboração. Lembrando que fui autorizado a postar a foto. Deixem o comentário que acharam sobre os seios de nossa amiga do peito ela vai amar!
Você mulher que segue o blog mande a sua foto também e nos ajude a enriquecer esta pagina!
Email: thiago.salles30@hotmail.com